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Gripe A- o que é?
 
Influenza A ou Gripe A é uma doença respiratória, aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente, por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de indivíduos
 
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Sintomas da gripe a
Febre alta de maneira repentina (maior que 38ºC);
Tosse;
Dor de cabeça;
Dores musculares e nas articulações;
Falta de apetite.
também pode aparecer
Coriza;
Garganta seca;
Náusea;
Vômito;
Diarréia.
 
Ficar ligado se...
Apresentar esses sintomas até 10 dias após retornar de países em que se confirmaram casos da Gripe A (H1N1);
ou..
Se tiver tido contato próximo, nos últimos dez dias, com pessoa classificada como caso suspeito de infecção humana por esse novo subtipo de gripe.
Gbservação
Contato próximo: indivíduo que cuida, convive ou teve contato direto com o vírus.
 
O resfriado, geralmente, é mais brando que a gripe e pode durar de 2 a 4 dias.
Também apresenta sintomas relacionados ao comprometimento das vias aéreas superiores, como congestão nasal, secreção nasal (rinorréia), tosse e rouquidão. A febre é menos comum e, quando presente, é de baixa intensidade.
 
O vírus da Gripe A é classificado como A/H1N1. Essa combinação de letras e números que para muitos não representa muita coisa, para os estudiosos é um resumo das características desse organismo.
Vamos às explicações: A letra A é o tipo do vírus e significa que ele pode infectar tanto humanos como animais, já que é fruto de uma mutação que o torna mais agressivo.
A letra H se refere à proteína hemaglutinina que é usada pelo Influenza para se fixar na célula humana e a letra N corresponde à enzima neuraminidase, que o ajuda a sair da célula hospedeira e se espalhar mais rapidamente pelo organismo da vítima.
 
O ciclo de avanço da doença
Entenda as fases da epidemia
Nível de Alerta
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Fase 6 – A epidemia atinge o pico mais alto, tornandose
global com o contágio sendo generalizado
Fase 5 – A epidemia se espalha, pois a doença atinge
pelo menos duas regiões diferentes
Fase 4 – A doença se espalha, pois o vírus passa a ser 4
transmitido entre humanos
Fase 3 – Há transmissão somente de animais
para humanos, mas não entre humanos
Fase 2 – O vírus sofre mutação e é transmitido dos
animais para os humanos
Fase 1 – O vírus circula somente entre animais
 
Ações
As três primeiras fases da epidemia são consideradas apenas de controle. O governo deve monitorar as
áreas criadoras de porcos para identificar possíveis focos da doença.
A partir da fase 4 é que a situação fica preocupante e as regiões que têm registro de casos precisam ser isoladas
das áreas com população livre da infecção Se a fase 6 da epidemia for anunciada pela OMS, a doença atingiu
o nível de pandemia (epidemia global) e o país pode declarar estado de emergência para tentar conter a doença.
 
Cuidaros que ajudam a prevenir:
Cobrir nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Preferencialmente com lenço descartável.
 
Jogar o lenço no lixo após o uso.
 
Lavar as mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.
 
Usar produtos à base de álcool para limpar as mãos, se estiver longe de uma torneira.
 
Evitar tocar olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham desse modo.
 
Evitar contato próximo com pessoas doentes.
 
Manter uma alimentação Adie viagens a locais onde saudável e se hidratar com freqüência. Beba pelo menos 2 litros de água por dia. a doença foi comprovada.
 
Não se automedicar, nem procurar “receitas” na Internet. A automedicação pode mascarar sintomas, retardar o diagnóstico e até causar resistência ao vírus, além de trazer sérios riscos à saúde.
 
Se for viajar para países com casos confirmados da doença, use máscara. Se aparecer sintomas da doença como tosse, febre alta, moleza no corpo, procure imediatamente um posto médico.
 
Se ficar doente, permanecer em casa e limitar o contato com outras pessoas, para evitar infectá-las.
 
Os vírus que causam gripes, geralmente, sofrem mutações com vírus presentes em animais e se tornam bem mais agressivos a ponto de causar epidemias pelo mundo com ciclos que variam de 30 a 40 anos.
 
As principais pandemias do mundo moderno foram:
1918 - gripe espanhola – Foi a maior delas. Um vírus desconhecido até então provocou a infecção em milhares de pessoas.
1957 - gripe asiática – Em contato com patos selvagens,  um vírus humano de influenza sofreu mutações e contaminou metade da população do planeta, resultando em 2 milhões de vítimas
1968 - gripe de hong kong – 1 milhão de pessoas foram mortas a partir de um vírus diagnosticado em Hong Kong e que se espalhou para o resto do mundo.
2003 gripe aviária – Descoberto em primeiramente atingiu somente aves, no continente asiático.
2003 sars – Com sintomas parecidos com os da gripe, o vírus não era do tipo influenza mas surgiu na China e se espalhou por dezesseis países.
 
SE LIGA NO PREJUIZO EM DOSE DUPLA
 
Olha os danos colaterais que podem resultar da interação entre drogas, álcool e alimentos.
antigripal + xarope para tosse = sonolência exagerada. Algumas pessoas não conseguem dirigir. Essas drogas possuem antialérgicos no princípio ativo
Antigripal + descongestionante nasal = aumento da pressão arterial devido ao esforço do sangue para passar pelas artérias. Esses remédios possuem substâncias que contraem os vasos (as
Antitérmico + álcool = podem ocorrer inflamações no estômago (gastrite). Essa combinação provoca irritação por causa do álcool.
Analgésico + antiflamatório = provoca sono e desânimo. As drogas possuem ação antitérmica e podem baixar a temperatura do corpo.
Antiflamatório + cafeína = inflamação no estômago. Ocorre devido ao aumento da liberação do suco gástrico provocada tanto pelos antiflamatórios quanto pela cafeína (presente no café).
 
As vacinas são poções destinadas a desenvolver no nosso sistema de defesa anticorpos contra determinados vírus ou bactérias, tornando o organismo imune às doenças causadas por esses agentes.
Para tanto, é utilizado o próprio micróbio causador da doença, morto ou atenuado em sua virulência, em composições que foram sendo aperfeiçoadas.
Embora as chamadas doenças da infância, como o sarampo e a paralisia, tenham sido erradicadas em conseqüência das campanhas de vacinação, estudos recentes dos chamados anti-vacinistas culpam a sobrecarga de vacinas recebidas pelas crianças pelos males crônicos provocados por respostas anormais do sistema imunológico
Em se tratando de vacinas, um dos pilares dos programas de saúde pública em quase todos os países do mundo, será necessário mais tempo até que todas as dúvidas sejam esclarecidas e as opiniões hoje antagônicas e exaltadas convirjam para um novo entendimento.
Uma coisa é certa para viver com saúde mesmo sem vacinas: cuidar do bom funcionamento do sistema de defesa do organismo. A receita começa por ter uma alimentação adequada, passando pela prática constante de exercícios, procurar dormir bem e evitar hábitos agressivos à saúde como consumo de álcool, fumo, drogas e etc.
Fim!
Fonte de pesquisa: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco
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Gripe A, guia de prevenção